Barulho do estômago: como diminuí-lo

Comer de 3 em 3 horas e mastigar mais vezes podem contribuir para a redução dos ruídos no estômago

Localizado entre o esôfago e o duodeno, o estômago desempenha um papel crucial na digestão dos alimentos. O que muitas pessoas ainda não entendem é por que ele emite sons, como “roncos”, “rosnados” ou “reclamações”, especialmente quando estamos com fome. Os barulhos no estômago são reações naturais do processo de digestão e não apenas um sinal de alerta do corpo em busca de comida.

Resumidamente, quando comemos e mastigamos um alimento, ele é reduzido e transformado em uma pasta chamada de bolo alimentar. Esse bolo alimentar é impulsionado até a faringe e conduzido para o esôfago. Os movimentos peristálticos, contrações involuntárias dos músculos lisos que compõem os órgãos do sistema digestório, começam nessa etapa com o objetivo de empurrar o alimento ao longo do sistema digestório e garantir a digestão.

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Por que ocorrem os “barulhos” do estômago?

Nesse processo, o ar ingerido com o alimento e os líquidos formados durante a digestão também são movidos pelo estômago, o que pode explicar os sons que ouvimos. Além disso, mesmo quando o estômago está vazio, o cérebro envia sinais para o sistema digestório e as contrações musculares ocorrem para preparar os órgãos para receber novos alimentos.

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Isso significa que os ruídos podem ocorrer a qualquer momento. A diferença é que o estômago vazio amplifica o som. Segundo especialistas, uma das alternativas para tentar diminuir os barulhos do estômago é reduzir o intervalo entre as refeições, acelerando o metabolismo e facilitando a digestão. Além disso, comer mais devagar e mastigar mais vezes também são importantes para evitar desconfortos gastrointestinais.

Bebidas gaseificadas, frutas cítricas e alimentos gordurosos e industrializados também podem prejudicar o processo digestivo. Por outro lado, outras bebidas e alimentos podem ser utilizados como aliados para aliviar a má digestão e os ruídos do estômago, como chá verde, gengibre, alecrim, menta, banana, ameixa, abacaxi, mamão, azeite, entre outros.

Por Wanja Borges
Equipe Gazeta do Bairro

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Fonte: Brasil Escola

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