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Quem apenas lembra das revistas em quadrinhos como personagens infantis para crianças e super-heróis para jovens e adultos, além é claro de tiras de humor para leitores de jornal, deve saber que a mídia Quadrinhos vai muito além desse resumo. Para esta véspera do Dia dos Namorados nada mais justo que celebrar as histórias de romance.
Desde o início da publicação das revistas em quadrinhos, tentou-se criar títulos distintos para rapazes e moças. Dois países que despontaram nessa separação de gêneros foram Inglaterra e Japão, este o faz com sucesso até hoje. Outras iniciativas também tomaram forma pelo Mundo, e quando se fala em mercado mundial os Estados Unidos sempre terão destaque.
Após o declínio do gênero Super-Herói com o final da Segunda Guerra, os quadrinhos tiveram que se reinventar em novos nichos para prender a atenção dos leitores. Um dos títulos que prevaleceu foi “Young Love” da gigante DC Comics de 1947. A revista produzida por Joe Simon e Jack Kirby, os mesmos criadores do Capitão América, atendeu as expectativas de um público que não se interessava mais pelos heróis uniformizados. A censura da época classificou o título como “quase pornográfico”, ainda assim foi sucesso de vendas.
O Brasil teve revistas em quadrinhos românticas, como “Rosalinda” da editora carioca EBAL, e vários títulos de pequenas paulistas como Graúna, Regiart e Orbis. Todos esses títulos entre as décadas de 1950 e 70, e revividos pela Júpiter 2 nos anos 2000.

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