Após ter recebido no palácio do governo uma comissão formada por permissionários, o governador Beto Richa atendeu ao pedido da SINDARUC e, em audiência pública, numa decisão democrática, garantiu a permanência da CEASA no mesmo local. Em uma demonstração de respeito ao diálogo, atendeu assim aos anseios de toda a comunidade, demonstrando sua preocupação em priorizar a proteção social

Graças a esta iniciativa e sensibilidade do governador, o projeto completamente fora dos padrões culturais e econômicos da realidade brasileira que estava sendo imposto, com logística totalmente inviável pelos altos custos, queria formar uma PPP (Parceria Público-Privada), que levaria a CEASA para uma área física menor e menos valorizada que a atual, com prejuízos para todos que vivem deste local.
A nova CEASA teria pavilhões construídos com boxes integrados abrigando apenas 192 empresas e algumas dezenas de produtores rurais, deixando de fora 90% das empresas estabelecidas, desempregando centenas de trabalhadores. Dentro desse contexto, veio o caos, e, num ato de desespero, alguns permissionários e colaboradores uniram-se a lideranças da CEASA, formando uma comissão (Chico Leite, Paulo Salesbran, Vieira, Jerri, Edinho, Gilso, Alexandre, José Colati, Mauricio, Itacir, Jana, Ivo) e outros permissionários. E foi assim, com apoio do seu sindicato, o SINDARUC, mais os Sindicatos do Comércio e dos Motoristas, juntamente com algumas associações de bairros, foi realizada uma verdadeira batalha em defesa da CEASA.