Seja como presidentes ou reis, os governantes em geral com funções acumuladas se agarram a tudo que seja possível para se manter no poder. Em geral déspotas, estes comandantes políticos chegam por hereditariedade, e outros chegam ao poder de onde não querem mais saber de voltar à condição de cidadãos comuns. Muitos estão lá há mais de 50 anos e não largam o osso de jeito nenhum. “Os chefes de Estado podem ser desde uma figura simbólica, como a rainha Elizabeth, até alguém com grande influência”, diz o professor de ciências políticas Rafael Villa, da USP.
O grande campeão, como presidente, está em Camarões (no centro-oeste da África). Paul Biya, chegou ao poder em 1975, na condição de primeiro-ministro, passando para a condição “semi-perene” como presidente em 1982. Outro detalhe: desde Camarões se tornou independente, em 1960, só teve dois presidentes.
Quase “cansado do poder”, temos o Rei Bhumibol Adulyadej (Tailândia), no comando do país deste 1946 comandando uma monarquia constitucional hereditária.
Depois temos o Príncipe Rainier III (Mônaco) que chegou ao trono em 1949.
Em seguida a mais famosa, a Rainha Elizabeth II (Reino Unido) no cargo desde 1952.
Chefe Malietoa Tanumafili II (Samoa), comanda uma monarquia desde 1962.
Rei Taufa·ahau Tupou (Tonga), desde 1965.
Rei Taufa·ahau Tupou (Tonga), desde 1965.
Presidente Gnassingbé Eyadema (Togo), desde 1967.
Sultão Haji HassanAl Bolkiah (Brunei), desde 1967.
Presidente El Radj Omar Bongo (Gabão), desde 1967.
Líder revolucionário Muamar kadafi (Líbia) desde 1969.

Chega por hoje.