Cada vez mais o voluntariado é uma ação que muitas pessoas buscam em troca de experiências multiculturais  
No dia 28 de agosto foi comemorado o Dia Nacional do Voluntariado. Quando pensamos em trabalho voluntário, logo vem à mente procurar uma instituição próxima ao local de residência para dedicar algumas horas por semana ao projeto! Mas que tal ajudar a melhorar o mundo, ter uma vivência cultural diferenciada e ainda aprimorar o inglês? Tudo isso em um programa de intercâmbio na África do Sul?
Essa é a proposta da World Study Curitiba, empresa com mais de 20 anos de experiência em intercâmbios culturais. Alguns projetos são baseados na Cidade do Cabo, como na Athlone Children´s House, para crianças de até 5 anos em situação de abandono; no Children´s Hospital, exclusivo no atendimento a crianças; na creche Hout Bay Day Care; na casa de repouso para idosos Home for Eldery, localizada ao pé da Table Mountain, entre outros.
Roberta Salles, diretora da World Study Curitiba, esteve pessoalmente conhecendo as instituições parcerias da entidade. “Os alunos podem fazer aulas de inglês paralelamente ao trabalho voluntário, ou apenas desenvolver o projeto”, conta. Para um mês de atividades, o programa fica em torno de R$ 5.500,00 mais passagem aérea. “O interessante é que o custo lá é baixo, já que o transporte para os locais de trabalho é incluído e a moeda local, o Rand, vale 3 vezes menos que o Real”, complementa a especialista em intercâmbio.
É possível também escolher projetos fora de Cape Town, com animais como leões, elefantes, macacos, tubarões, sendo alguns deles doentes. Nesse caso já é preciso falar inglês, pois não há opção de fazer o curso de idioma junto, e a acomodação está incluída.
É possível começar o voluntariado toda segunda-feira, com duração de 2 até 8 semanas, dependendo do interesse.
Mas vale lembrar que não é uma viagem apenas turística. É preciso se entregar ao projeto, devido ao envolvimento das crianças e idosos com os voluntários. Entre os trabalhos estão brincar, ler livros, auxiliar o aprendizado, entre outras funções.
Para Roberta, é uma experiência inesquecível e muito enriquecedora: “Primeiro senti um aperto, pois sabia que teria contato com crianças doentes, traumatizadas, abusadas, queimadas. Mas ao chegar lá e ver a alegria deles em nos receber, em brincar, em esquecer os problemas, tudo passa. Aprendi a valorizar o que temos e a ver que, às vezes, um mínimo ato de boa ação, um sorriso, pode mudar a vida de alguém”, complementa.

Serviço:
World Study
(41) 3779-3536
www.worldstudy.com.br
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