Dercy Figueiredo

Você sabe porque nossos governantes estão oferecendo um kit digital “gratuito” às famílias de baixa renda inscritas em programas sociais?
É por saberem do potencial político financeiro que possuímos e não nos damos conta que o grande nada mais é que o acumulo de pequenos (no caso, nós, os mais de duzentos milhões de cidadãos), e ainda que propaganda é a alma do negócio, e nós cidadãos, somos um grande negócio.
Para refletir: um real não é um real se faltar um centavo, mas infelizmente um centavo quando circula é banalizado e menosprezado pelo pobre e valorizado pelo rico, pasmem todo preço é fracionado.
Podemos perfeitamente repudiar ou acatar muitas situações, se nos usarmos da “mídia” como um dos elos desta corrente para que possamos chegar a lugares inimagináveis, inclusive sobre a conscientização do voto.
Como será o nosso futuro próximo ou longínquo se não houver uma conscientização total sobre nós, tendo a preocupação da comunidade em observar pequenos grandes problemas que perdurem desde a eternidade tentando nos mostrar o quão vale a pena ser ou não ser justamente para sermos seres humanos bons ou maus.
Este futuro existe desde que nos empenhamos em compartilhar ideias em comunidade no presente.
Pare para pensar o quanto seria monótono se não houvesse adversidades para que pudéssemos sempre chegar juntos a um denominador comum.
Seria como na matemática básica – ciência exata – se não houvesse prova real na língua portuguesa ironizamos o “luso”, mas não temos o domínio mínimo do nosso idioma pátrio, o português, prova disso é o fiasco decorrido por aí afora, como por exemplo a tão temida interpretação de texto e a redação. Mas nos deixamos influenciar totalmente pelo “Ingreis”.
Entre essas e outras, se não agirmos em comunidade e lutarmos “no bom sentido”.
Nossos edis, ou seja, funcionários públicos vão empurrando com a barriga “no mau sentido”.