A tendência de viver com mais saúde hoje toma conta do mercado, em geral. Agora ela tem voltado seus olhares para a cozinha. Dentro de um novo estilo de vida com crescimento significativo. Dentro desta tendência, se discute muito os aspectos de uma vida saudável, com alimentos, bebidas, dietas, exercícios etc. Neste caminho, de olho na cozinha e estômago veio a busca para identificar o melhor tipo de panela a ser utilizada sem riscos para a saúde.

Começamos pelos tipos de panela disponíveis no mercado, suas vantagens e desvantagens:

Panelas de alumínio – preço baixo – mas, podem soltar metais pesados durante o preparo dos alimentos contaminando as refeições.

Panelas de inox, as mais populares por não oxidarem, com material muito resistente, distribuição de calor uniforme oferecendo melhor cozimento aos alimentos também tem suas desvantagens; é a presença do níquel, composto químico tóxico, que pode se desprender da panela.

Panelas de cobre também são boas condutoras de calor. No entanto não podem ser utilizadas para cozinhar todo tipo de alimento, pois em contato com o sal e alimentos ácidos (tomate, limão e vinagre) o cobre pode se desprender com risco de intoxicação e possíveis náuseas, dores abdominais, problemas gastrointestinais e até, depois de muitos anos, danos aos rins e ao fígado.

Estas informações são dos produtores de panelas de cerâmica, apresentadas como uma solução saudável, mais especificamente a empresa Ceraflame que fala de um mix de produtos com centenas de opções, fabricadas a partir de matéria prima inorgânica exclusiva. Destacam que além de conservar o calor dos alimentos por mais tempo, estas panelas reduzem o tempo de cozimento e contribuem com a saúde.

Uma opinião neste sentido é da nutricionista Carolina Mariano: “Hoje em dia as panelas de cerâmica são, sem dúvida, a alternativa mais saudável para quem quer cozinhar com saúde sem ter que abrir mão de ter utensílios de qualidade. O que as pessoas precisam entender é que para uma refeição ser saudável, não basta selecionar os ingredientes. É preciso saber inclusive como e onde prepará-los”.