Seu cérebro pode trabalhar para manter você otimista? Cada pessoa age de uma forma e o fenômeno acontece em intensidades diferentes. 

Um estudo realizado pela University College de Londres, os cientistas pediram aos voluntários que falassem sobre a probabilidade de que acontecessem coisas negativas em suas vidas: foram 80 possibilidades, entre doenças, separações, perdas, etc. 

Enquanto respondiam, os participantes passavam por uma ressonância magnética.

Ao final, os cientistas descobriram que o cérebro de pessoas otimistas tende a dar preferência às visões positivas do futuro. Ao processar informações otimistas, essas pessoas registraram uma atividade maior no lobo frontal do cérebro, região responsável pelo planejamento e pelas estimativas. 

Já os mais pessimistas mostraram uma atividade menor nessa região.

As pessoas nas quais foi descoberto esse comportamento no cérebro costumam ver o lado bom dos acontecimentos e acreditam em desfechos benéficos até mesmo quando a realidade indica o contrário. 

Mas os cientistas alertam: esse otimismo, quando exagerado, pode ser perigoso. Isso porque as pessoas positivas costumam ignorar riscos com mais frequência, subestimando a possibilidade, por exemplo, de sofrer um acidente ao beber e dirigir ou contrair DSTs em relações sexuais desprotegidas.