O medo está tão presente em nossa vida que até perdemos a conta de quantas vezes esbarramos neste sentimento tão assustador e ao mesmo tempo indispensável e sensato.
No corre-corre e na fúria do tempo, em nossa imaginação, por vezes, enxergamos o que não existe. Passamos a olhar para o medo através de diversas sensações; figuras emergindo em meio à escuridão! Uma verdadeira metamorfose. E aí vem aquele “medonho” medo de errar; e o medo do passado, do futuro, de nós mesmo, da vida, da morte… até medo de perdoar a gente sente. Enfim …são medos sem fim.
Conversando sobre o medo pude perceber que muitas vezes ele é encarado como uma doença, começa com uma angústia, vai se acumulando dentro de nós como se o tempo congelasse e chega, em casos extremos, ao pânico. E para libertá-lo é preciso correr atrás dos nossos objetivos com muita coragem e as vezes só medicamentos resolvem.
Antes de tudo, é fundamental desviar o foco e não aprisionar em seu peito esse medo que te abala. Ele pode ser alerta para você mudar.
Antes de tudo acredite, na sua capacidade, na coragem, no que existe de bom dentro de você. Para domar nossos temores precisamos designar uma postura mais lúcida e estimulando nossos valores.
Lembrar sempre que o pior medo é do desconhecido, do não fazer isso ou aquilo.
Pense positivamente e lembre sempre que na vida não há espaço para tédio nem desânimo.
Vá até a janela, abra a porta, saia lá fora, respire fundo. Ânimo, coragem e solte este o seu sorriso mais lindo para este dia maravilhoso.

Neide Seco

“Não entendo, apenas sinto. Tenho medo de um dia entender e deixar de sentir.”
Clarice Lispector