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Jornalista Humberto Schvabe

Uma das modernidades desta sociedade de tantos avanços e tanta tecnologia, é um serviço. O serviço mais anárquico que conheço: o telefone e sua “evolução” no Brasil.
Primeiro, no sistema estatizado, tarifas leves com a linha no valor próximo ao de um automóvel. A conta era pequena, mas poucos tinham acesso ao telefone fixo.
Aí veio a venda das estatais com a promessa de modernidade, mais investimentos, etc. modernizou muito, ampliaram as linhas cujo valor foi caindo.
Veio o celular, no início com linha também vendida e os “tijolos” que nos permitiam tanto status!
As linhas foram ampliadas com os modernos equipamentos e os custos das mesmas foram transferidos para as ligações. Na verdade foram tantas as alterações, na compra, na venda, nos serviços e na falta de serviços…
Operadoras, fusões, com a presença das multinacionais mantendo familiares dos políticos como testas de ferro, que hoje está difícil entender de quem, ou quem comanda estas empresas que usam nomes até de nossos tradicionais comprimentos e outras expressões tradicionais, sem o menor constrangimento: oi, claro, vivo… morto.
E a última que tem chamado minha atenção é (não entendo mais nada) como funcionam as tarifas. Eles dizem que é tudo ou quase tudo de graça, mas nos impingem mensalidades e planos ininteligíveis que normalmente nos deixam sem crédito e sem comunicação.
Pra onde estas operadoras estão nos levando…. Eu luto para não ir à loucura.
…mas não fico sem meu telefone móvel.

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