Respeite a si mesmo, ame a si mesmo, porque nunca houve uma pessoa como você e nunca haverá outra de novo. A existência nunca se repete. Você é completamente único, incomparavelmente único. Você não precisa ser como outra pessoa, não precisa ser um imitador, tem que ser fiel a si mesmo, a ser próprio ser. Tem que seguir seu próprio caminho.
A partir do momento em que começa a aceitar e respeitar a si mesmo, você começa a se tornar íntegro. Então não há nada que possa dividi-lo, não há nada para criar uma cisão…
Eu ensino um novo homem, uma nova humanidade, uma INOVAÇÃO, que não irá pensar no futuro e nem viver tomado por “deveres” e “acharia melhor”. Ensino uma humanidade que não irá negar nenhum instinto natural. Que irá aceitar o corpo, que irá aceitar tudo o que é dado pela existência com profunda gratidão.
Seu corpo é seu templo, ele é sagrado. Seu corpo não é seu inimigo. Amar seu corpo e cuidar dele são atos religiosos e não coisas que vão contra a religião. O que vai contra a religião é torturar seu corpo e destruí-lo. Uma pessoa religiosa irá amar o próprio corpo porque ele é morada do divino.
Você e seu corpo não são realmente dois, mas a manifestação de um único. Sua alma é seu corpo invisível, e seu corpo é sua alma visível.
Eu ensino essa unidade e, com essa unidade, é possível tornar-se integro. Ensino a alegria, não a tristeza. Ensino a diversão, não a seriedade. Ensino o amor e o riso e não há nada mais próximo da oração que a diversão.
Sim, minha abordagem da vida é holística, porque, para mim, ser integro, ser um, é ser sagrado.

Curiosidade:
Diz-se que a humildade é uma virtude de quem é humilde. Quem se vangloria, mostra simplesmente que a humildade lhe falta. É nessa posição que talvez se situe a humilde confissão de Albert Einstein quando reconhece que “por detrás da matéria há algo de inexplicável”.

Pedro da Costa é Quiropata e Livre-Pensador