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Para esta tricentésima edição da Gazeta do Bairro e no mês de aniversário da tricentenária Curitiba, é justo celebrar virtudes da cidade na área dos Quadrinhos.
A cidade sorriso produz cartuns e quadrinhos desde o início do século XX. Na produção curitibana estrelaram nomes de expressão como Alceu Chichorro, Paulo Leminski, Padrela e Poty Lazaroto.
Um marco na História dos quadrinhos brasileiros ocorreu entre os anos 70 e 80, quando a editora curitibana Grafipar formou o principal núcleo de produção de HQs nacionais. Com muito erotismo, fantasia e aventura os maiores nomes do quadrinho nacional trabalharam na editora sob a batuta de Cláudio Seto. O legado e os trabalhos desenvolvidos pela equipe Grafipar foram a base de publicações de outras editoras nas décadas posteriores após o fechamento da editora.
Em 1982 a primeira Gibiteca brasileira foi inaugurada em Curitiba. Fãs e artistas que se reuniam na Gibiteca criaram o super-herói curitibano, O Gralha, que alcançou projeção nacional e já conquistou o cinema. Da década de 90 até hoje obras paranaenses ganharam prêmios nacionais da categoria.
Há em Curitiba o terceiro maior evento do Brasil, a Bienal de Quadrinhos, três videocasts de HQs, cursos de formação de cartunistas, tiras, a impagável charge futebolística “Los Três Inimigos”. Entre as editoras da capital estão a Quadrinhópole, UCM Comics, Quadrinhofilia, Ursereia, entre muitos produtores independentes.
A História de Curitiba também se escreve em balões.

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