Família Arns conhece o Hospital do Idoso

As obras do maior hospital de geriatria e gerontologia do Paraná, o Hospital do Idoso, que terá o nome de Zilda Arns, recebeu a visita do senador Flávio Arns e do filho de Zilda Arns, Nelson Arns, nesta segunda-feira (12). Acompanhando o prefeito Luciano Ducci (PSB), estavam os vereadores Mario Celso Cunha, líder do prefeito, e Tico Kuzma, ambos do PSB, além de Fernanda Richa, presidente da Fundação de Ação Social (FAS); Eliane Chomatas, secretária municipal de Saúde; Cléver Almeida, presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc); Mário Tookuni, secretário municipal de Obras, e o ex-prefeito, Beto Richa. Zilda Arns é a criadora e ex-presidente das pastorais da Criança e do Idoso, falecida em 12 de janeiro, no terremoto no Haiti. O Hospital Zilda Arns será inaugurado em março do ano que vem. Nelson Arns é epidemiologista e coordenador internacional da Pastoral da Criança. O hospital terá 141 leitos, centro cirúrgico e pronto atendimento, entre outros serviços. Deverá fazer cerca de 50 mil atendimentos e 10 mil internamentos por ano. De acordo com o líder do prefeito, vereador Mario Celso Cunha, a unidade está em fase adiantada de construção, cumprindo o cronograma fixado pela administração municipal. No local, estão previstos diversos espaços diferenciados, com ambientes bem arejados, solário, luz natural e bosque, além de instalações modernas, equipamentos, qualidade dos serviços e home care, que presta atendimento ao idoso após deixar o hospital.

Vereador quer ampliar grupo para vacinação

“Vacinar os trabalhadores do transporte coletivo, garantindo, assim, maior proteção aos usuários do sistema.” A ideia é do vereador Denilson Pires (DEM). A proposta é que empresas permissionárias de serviços de transporte coletivo instalem postos de vacinação em suas sedes para atender todos os seus operadores, em caso de pandemias.

Segundo o parlamentar, juntamente com médicos e enfermeiros, os trabalhadores do transporte coletivo também fazem parte do grupo de risco.”O manuseio de objetos contaminados, como cédulas de dinheiro e moedas, e o ambiente de trabalho tornam os ônibus e estações-tubo propícios à proliferação de diversas doenças”, diz Denilson Pires, lembrando que “a condição pode piorar em dias de chuva, quando os passageiros fecham as janelas dos ônibus.”

De acordo com o projeto, em casos classificados pelo Ministério da Saúde como epidemias ou de maior gravidade, as permissionárias devem coordenar a imunização com as autoridades públicas na área da saúde.