Autor: Rodrigo Schvabe

2.ª Feira do Emprego e Capacitação oferecerá 5 mil vagas de emprego

Cinco mil vagas de emprego serão oferecidas na 2.ª Feira do Emprego e da Capacitação Profissional de Curitiba nos dias 1.º e 2 de maio. O evento promovido pela Prefeitura marcará as comemorações do Dia do Trabalho. A feira acontecerá na praça Osório, no Centro, das 9h às 17h. A coordenação do evento é da Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego. “A feira é uma oportunidade de reunião entre quem tem empregos para oferecer e quem está procurando uma vaga no mercado de trabalho. Esse é um papel que o poder público pode e deve desempenhar, como agenciador de empregos, oferecendo oportunidades de melhoria de vida”, disse Paulo Bracarense, secretário do Trabalho e Emprego. No mês de março a geração de empregos formais em Curitiba bateu um novo recorde. Foram 6.471 novas vagas preenchidas, com carteira de trabalho assinada, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. “A feira irá cumprir um papel importante na colocação de novas pessoas no mercado de trabalho formal”, afirmou Bracarense. Oportunidades – Serão instaladas 40 barracas para receber empresas de recursos humanos e intermediação de mão de obra, instituições de qualificação profissional, entidades sindicais, empresas de telemarketing e supermercados, além de secretarias e outros órgãos municipais. Instituições de ensino também participarão do evento. Além das vagas, as pessoas que forem a 2.ª Feira do...

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Para onde vai nossa cidade

O imenso volume de chuva que atingiu praticamente todo o país nestes primeiros meses de 2010, como já comentamos no mês anterior trouxe muitos problemas para a população. Mas, além dos problemas diretos que a gente sente no momento da catástrofe, existe a realidade da urbanização desenfreada que acontece todo dia. A nossa querida Curitiba não é exceção. Com área de 1,5 milhão de m², ocupados muitas vezes, de maneira abrupta, trouxe consigo situações dramáticas. E neste aspecto de urbanização, a nossa região é a mais atingida. Caximba, Tatuquara Campo do Santana e mais recentemente o Umbará, aumentam sua população diferentemente do Sítio Cercado. Neste, muitas áreas foram urbanizadas de maneira organizada com a presença de infraestrutura. As demais ocupações realizadas durante muitos anos, se apresentam como problemas para o planejamento da cidade, atrapalhando o plano diretor e as leis de uso do solo. É na verdade, um problema sem solução, pois moradores migram diariamente para os grandes centros urbanos em busca de melhor condição de vida: atendimento médico, emprego, escola, etc. Famílias inteiras, sem condições de pagar por uma moradia digna em um bairro bem-estruturado da cidade, procuram as regiões marginais. Buscam areas ainda desocupadas. E as encontram próximas a rios, mananciais e morros. Vão ocupando áreas que, por questões ambientais, não deveriam ser ocupados. Ali se deparam com diversos riscos para as famílias, em especial para a...

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Arena Atletiba, é inviável

Considerada por Mario Celso Petraglia a única maneira de concluir o estádio e dar um impulso ao futebol paranaense, a Arena Atlétiba é inviável para dirigentes de Atlético e Coritiba. Nem tanto pela idéia em si vista pelos alviverdes como “interessante”. Mas, principalmente, pela dificuldade de unir, sob o mesmo teto, as duas torcidas rivais. Para ele, uma questão de sobrevivência. “Se não tiver alguma coisa realmente moderna, visionária, revolucionária, que una esforços, alavanque receitas, vamos voltar na proporção àquilo que sempre fomos: times de segunda lutando para ser time de primeira”, disse Petraglia. Fusão imobiliária que é rejeitada em sua totalidade pelos rubro-negros. O tema chega a ser tratado como piada por parte de conselheiros e sócios, conta o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Gláucio Geara.“É aquela velha história do Garrincha ao receber as instruções de jogo. ‘Combinaram com o adversário?’ Alguém se reuniu com o Coritiba? É utópico, pois descaracterizaria totalmente o futebol paranaense”. Além disso, de acordo com o dirigente, o Atlético não precisa da ajuda do co-irmão para a conclusão de sua casa. No Alto da Glória, as diferenças dos mais de 80 anos de rivalidade seriam o maior problema. “Acho interessante, mas vejo dificuldades sérias. As áreas onde estão o Couto Pereira e a Baixada são proibitivas para as duas torcidas”, afirma Vilson Ribeiro de Andrade, vice-presidente do Conselho Administrativo alviverde. Porém, em...

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