Há muitos anos, um aluno me disse: não consigo parar de operar na Bolsa, quando percebo já estou comprando e vendendo ações e parece que, quanto mais eu faço, mais quero fazer, não sei como isso vai acabar!
E acabou – primeiro o dinheiro, depois a saúde… uma pena, pois ele deixou seu vício em jogos de azar atrapalhar o que era para ser uma fonte de renda e aposentadoria. Este exemplo mostra como certas emoções e comportamentos atrapalham na hora de lidar com dinheiro. É até algo lógico: se olhamos e entendemos o mundo à nossa volta com base em nosso perfil psicológico, com finanças não seria diferente.
Aqui tempos outros exemplos: o medo pode fazer com que você venda um investimento muito cedo, deixando de pegar boa parte da valorização dele – pense em alguém que compra um terreno numa região com grande potencial, mas que na primeira oferta já vende querendo garantir o lucro. Tá certo, ganhou dinheiro, mas abriu mão da maior parte da valorização.
Já a ganância pode fazer com que uma pessoa que recebeu uma ótima proposta por sua casa rejeite a oferta, na esperança de vender por alguns poucos trocados a mais. Ou ainda a preguiça, que nos diz para fazer as mesmas aplicações de sempre, que já não rendem como antes, somente para não ter o trabalho de buscar algo novo.
Em todos esses casos, a melhor dica é se manter alerta, prestar atenção mesmo se algum desses ou outros sentimentos podem estar sabotando seus rendimentos. Então, o que as aplicações atuais dizem sobre seu comportamento? Ele mais ajuda ou atrapalha? Como você pode investir melhor hoje?
Que a prosperidade sempre o acompanhe, sucesso!

Operador de Mercado Financeiro, Instrutor de Treinamentos, e um apaixonado pelo poder que a Educação e Conhecimento tem para transformar a vida das pessoas!
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