Equipes do Distrito Sanitário do Tatuquara (Secretaria Municipal de Saúde), fizeram uma ação de vacinação na Ceasa – Centrais de Abastecimento Paraná, na manhã desta quarta-feira (11/12). Foram aplicadas vacinas contra febre amarela e Vacina Tríplice Viral (VTV), que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

De acordo com a supervisora do Distrito de Saúde do Tatuquara, Luciana Kusman, foram mobilizados profissionais de enfermagem e técnicos de enfermagem, além de pessoal do administrativo da Regional Tatuquara. 

No Espaço Cidadania e Saúde da Ceasa, foram aplicadas 92 doses de vacinas tríplice viral e contra febre amarela em permissionários, carregadores, atacadistas e agricultores. 

Pessoas alérgicas à proteína do leite, mulheres que estão amamentando, portadores de doenças autoimunes, imunodeprimidos graves e gestantes não foram vacinados devido à contra indicação do medicamento.

Doença grave

A Febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido picada dos mosquitos infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Seus sintomas iniciais são febre com calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores musculares, vômitos e fraqueza. A doença tem importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação.

A vacina é oferecida gratuitamente em 110 unidades de saúde de Curitiba, de segunda à sexta-feira, em horário comercial.
A dose é única – quem já tomou uma vez na vida não precisa tomar uma segunda dose. Se a pessoa não tem certeza se já tomou, pode verificar se há registro na carteira vacinal fazendo um pré-cadastro no Aplicativo Saúde Já – disponível para smartphones e tablets com os sistemas operacionais Android e iOS – ou procurar a unidade de saúde mais próxima de casa.

Até o momento não há registro da circulação do vírus da febre amarela em Curitiba. Mas, no início deste ano, Curitiba registrou quatro casos importados de febre amarela do tipo “silvestre” – que é a forma como a doença vem ocorrendo no país. Em uma das situações, uma paciente moradora de Curitiba contraiu a doença em uma chácara na região rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana.