Para chegar aos 38 anos de história, o Condor teve que superar muitos obstáculos. Um deles foi o Plano Cruzado nos anos 80, considerada a “década perdida” para os empresários. Na época, a empresa estava em um ritmo de expansão surpreendente, que foi interrompido abruptamente com o novo plano econômico.

Com o Plano Cruzado, os preços foram congelados, havia grande falta de produtos e a economia, por consequência, estagnou. A inflação também foi lá em cima, o que fez muitos empresários sucumbirem, mas o Condor tinha à sua frente Pedro Joanir Zonta, um empreendedor determinado e que não desiste de seus sonhos.

Passada a tormenta do Plano Cruzado, outro desafio surgiu com o Plano Collor, decretado em 1990. O então presidente, Fernando Collor de Melo, substituiu o cruzado novo pelo “cruzeiro”, bloqueou por 18 meses os saldos das contas correntes, cadernetas de poupança e demais investimentos, limitando as transações financeiras em Cr$ 50.000,00. Os preços também foram tabelados e a inflação voltou a subir.

Foi um período difícil, mas o Condor continuou em pé, firme, forte e pronto para continuar crescendo e investindo no Paraná. Foi a determinação de Zonta e sua força de vontade que não o deixaram desistir do seu sonho de transformar o Condor em uma das maiores redes supermercadistas do Brasil.